Empresa: BAG4DAYS  
〉〉 Sector: Turismo  
〉〉 Investimento Inicial: 30K€ (+124k€ Pré-Seed)  
〉〉 Faturação: 6K€/mês  
〉〉 Facebook: +2.5K; Instagram: 980;                   


Olá! Fala-nos um pouco sobre ti e sobre o teu negócio?

O meu nome é Rúben Marques e sou o fundador da Bag4days. A Bag4days é a primeira empresa na europa a alugar malas de viagem. O nosso leque de malas vão desde as ditas malas de bagagem (para transporte de roupas, malas mais direcionadas a bebés e crianças, com temas da Disney ou que se podem transformar em cama no assento do avião ou no banco do aeroporto, para que o bebé possa descansar), malas específicas para transporte de bicicletas ou garrafas de vinho, bem como malas para transporte de artigos desportivos ou para tejadilho dos automóveis, as ditas malas de tejadilho (com possibilidade de aluguer também das barras de tejadilho).

Só alugamos malas ditas “topo de gama”, de renome mundial como Samsonite, Delsey ou Thule.

Estamos muito focados nos clientes que necessitam de malas para viajarem de férias ou negócios, nos estudantes (erasmus) e emigrantes, que necessitem de malas para a sua mudança de país, uma vez que a entrega e/ou recolha da mala pode ocorrer em toda a europa...é possível por exemplo, receber a mala em Lisboa e devolvê-la em Londres.

Para quem tem as suas próprias malas mas não quer gastar dinheiro com excesso de peso ou malas extra na viagem de avião, a Bag4days tem também o serviço de envios de bagagem, possibilitando o envio das malas para a Europa, a preços bem mais reduzidos do que via porão do avião.

Com toda esta situação da pandemia, as viagens de carro dentro do país e europa aumentaram significativamente e tivemos um aumento exponencial na procura de malas de tejadilho principalmente este ano de 2021.

Neste momento ainda sentimos ser um negócio sazonal, havendo picos de alugueres de malas nas alturas mais festivas (Carnaval, Páscoa, férias de Verão e fim de ano), mas temos sentido cada vez mais um aumento no crescimento da procura das nossas malas durante o restante ano.

Em 2019, quando comparado com 2018, tivemos um crescimento de praticamente 100% no número de clientes/alugueres, com cerca de 1000 malas alugadas e embora o ano de 2020 tenha sido atípico devido à pandemia, este ano de 2021 já sentimos um retomar de alugueres de malas, mas não ainda aos níveis de 2019.

Qual é o teu background e como surgiu a ideia deste negócio?

Em termos de background académico, sou licenciado em Gestão e Informática de Gestão e embora a Bag4days não tenha sido a primeira empresa que tenha criado, tem sido a mais desafiante. A primeira empresa que criei estava ligada à construção civil, mas com a crise de 2011, acabei por a fechar, tendo-me dedicado desde então à consultoria informática na área dos ERPs.

A Bag4days nasceu de uma necessidade sentida durante uma viagem ao Brasil. Como acontecia sempre que fazia uma grande viagem, pedia a mala emprestada ao meu irmão e como típico português, só lhe pedia a mala praticamente no dia anterior à viagem. Ora, para as datas dessa minha viagem em particular, ele também tinha uma viagem de trabalho agendada e não me pôde emprestar a mala. Vi-me pois obrigado a comprar uma mala num hipermercado, para poder fazer a viagem. No dia seguinte lá rumei para o Brasil mas assim que  fui recolher a mala no aeroporto, verifiquei que estava com uma pega rebentada e uma roda partida, o que acabou por me causar dificuldades no transporte da mala durante a viagem (taxi, hótel, ...). Já em Portugal e em casa verifiquei que na viagem de regresso me tinham assaltado a mala, abrindo-a e voltando a fechar, sem deixarem rastos do assalto. Acabei por ter prejuízos com a compra de uma mala barata, pelo que o barato acabou por ficar (bem) caro.

Fiquei a pensar o que podia ter feito diferente para que esta situação desagradável não tivesse ocorrido...podia ter comprado uma mala de boa qualidade e segura, mas uma mala desse tipo teria estourado com o meu orçamento para a viagem. Foi então que surgiu a ideia do aluguer...se houvesse a opção de aluguer de malas no mercado, naquele momento eu teria sido cliente.

Analisei o mercado e tentei identificar dealers no mercado, e verifiquei que na Europa este tipo de negócio não existia. Encontrei apenas algo similar à minha ideia, no mercado japonês, brasileiro e mexicano. Mas todos eles se limitavam a entregar pessoalmente as malas diretamente ao cliente ou o próprio cliente teria de se deslocar às instalações da empresa para recolher e devolver a mala. Não era esse o conceito de negócio que eu queria para a minha ideia.

Queria algo mais abrangente, flexível para o cliente e que permitisse um crescimento exponencial do negócio. Queria oferecer um serviço de aluguer de malas flexível, no qual o cliente pudesse escolher qual a mala mais adequada à sua viagem, onde queria receber a mala e onde pretendia devolver a mala no final da viagem e que não se limitasse à sua região/país de residência, mas no mínimo, abrangesse a europa.

Como foi o processo de lançamento do negócio?

Antes de passar da ideia à prática, passei alguns dias a tentar dar o nome ideal à ideia. Queria algo que de imediato identificasse o core do negócio, fosse identificável internacionalmente (pois desde o primeiro dia da ideia percebi na potencialidade além portas do negócio) e que ao mesmo tempo, tivesse o domínio “.com” disponível.

Esses foram logo os primeiros desafios, mas penso que o resultado final funciona bastante bem. Bag4days, como o nome indica em inglês, mala por uns dias (Bag for days), pois o core do negócio é esse mesmo, o aluguer de malas por uns dias (mínimo de 4 dias).

Após o nome, o passo seguinte foi a elaboração de um draft do funcionamento do negócio, quais os custos suportados para manter o negócio, qual a rentabilidade bruta, qual o tipo de malas a alugar, quais os transportadores parceiros, qual o valor justo de venda do serviço, etc. Para isso, fui reunindo com os principais potenciais stakeholders (Samsonite, Delsey, DPD, CTT Expresso, ...).

Depois de tudo definido, passei para a fase de criação de um website no qual possibilitasse o aluguer de malas, a criação de perfis nas redes sociais, e a publicação dos primeiros posts. Embora sem conhecimento aprofundado em marketing, técnica de vendas ou mesmo edição de imagens, fui adquirindo essas competências como autodidata ao longo do tempo. 

Tenta solucionar um problema real das pessoas ou empresas. Não avalies o potencial do mercado para a tua ideia na base do “achismo”. Tenta avaliar corretamente a recetividade do mercado ao teu produto/serviço. Testa e re-testa a tua ideia. Lança o produto/serviço em beta-test para que os clientes possam experimentar e para que tu possas avaliar a recetividade. Não esperes ter o produto/serviço na perfeição para só depois o lançar no mercado.

Logo após o lançamento da primeira versão do website, utilizando o Weebly, um daqueles facilitadores de criação de websites “drag & drop” com integração de um módulo específico de alugueres (Checkfront) e de algumas publicações e partilhas nas redes sociais, os primeiros alugueres de malas foram surgindo.

Dessa forma, foi-me possível validar minimamente a viabilidade do negócio e o interesse do mercado no serviço que estava a oferecer. Cheguei então à fase da criação da empresa e aquisição das primeiras malas de viagem, para satisfazer esses primeiros alugueres. Não adquiri de imediato uma grande quantidade de malas, tendo decidido em ir adquirindo as malas de acordo com os alugueres que ia surgindo.

Nessa altura entrei no programa de aceleração de ideias de negócio IdeiaLab, promovido pela TecMinho (Universidade do Minho) o qual permitiu maturar mais a ideia e elaborar o modelo de negócio base da Bag4days. Com o tempo e experiência, esse modelo foi sendo adaptado às solicitações e realidade do mercado, estando neste momento num nível bem mais maturado do que inicialmente.

Como foi os primeiros tempos em atividade? O que funcionou em termos de atrair os primeiros clientes?

Os primeiros tempos de atividade foram bastante exigentes devido ao desconhecimento deste tipo de serviço no mercado. Dar a conhecer o conceito de negócio, o seu funcionamento e fazer sentir a necessidade junto do cliente, foi e continua a ser algo deveras desafiante. Focamos desde o inicio na aquisição de clientes junto da generalidade das redes sociais mas fruto da experiência e dos testes de marketing realizado, temos vindo a incidir o nosso esforço mais especificamente no facebook e instagram. Temos tido maior resultado nestas duas plataformas comparativamente com outras redes sociais (ex.: Twitter, LinkedIn, youtube, ...). 

O interesse gratuito manifestado por parte dos media (televisões, rádios, jornais, ...) permitiu-nos passar a palavra e a solidificar o nome Bag4days, dando mais credibilidade à marca/empresa. Credibilidade e incerteza/insegurança por parte do cliente foi uma fraqueza que sentimos no início, pois visto ser um negócio diferente, as pessoas não se sentiam confiantes em efetuarem um pagamento numa plataforma online, por um serviço novo e disponibilizado por uma empresa que lhes era desconhecida até aquele momento.

Para minimizar essa fraqueza, temos vindo a criar parcerias e protocolos estratégicos com várias entidades, como sendo a Ordem dos Engenheiros, Ordem dos Enfermeiros, Ordem dos Contabilistas Certificados, Cartão ISIC (estudante), Cartão Refeição Sodexo, entre outros, oferecendo descontos específicos, permitindo-nos associar a entidades de renome e a chegar a um maior número de potenciais clientes.

Como está a correr neste momento o negócio, e como prevês a evolução nos próximos 3 anos?

No ano de 2019 recebemos investimento pre-seed (124 k) por parte de uma Venture Capital (Capital Ventures) dando-nos fundo de maneio para aguentar o ano atípico de 2020 e permitiu-nos aperfeiçoar todo o modelo de negócio. Aproveitamos o ano estagnado de 2020 para lançarmos uma nova plataforma online, com integrações externas (transportadores, agências de viagem) permitindo-nos ter um controlo maior sobre os alugueres efetuados e uma maior rapidez e fluidez de informações entre as várias entidades. Isto porque, além dos alugueres diretos vindos do nosso website (cerca de 70%), temos entidades externas que alugam também as nossas malas (agências de viagem) quer diretamente pelas suas plataformas (website, webapp, api,...) quer diretamente nos balcões.

A característica mais importante para nos lançarmos numa startup é termos paixão pelo projeto. Ele deverá fazer-nos sentir sempre animado e com brilho nos olhos.

O ano de 2021 está a ser um ano do início da retoma, com a quantidade de alugueres a aumentar significativamente e em 2022, além de esperarmos atingir os mesmos valores de 2019, pretendemos entrar no mercado espanhol pois consideramos o mercado ibérico como o nosso mercado interno. Os anos seguintes, estarão focados na consolidação do mercado ibérico e na expansão para outros mercados europeus.

O que destacas como mais importante em termos de aprendizagem com o lançamento deste negócio que queiras partilhar connosco?

Ter sido o único fundador da Bag4days foi algo positivo pois permitiu ter autonomia total sobre as decisões estratégicas a tomar no entanto, não ter um outro fundador ou co-fundador onde me pudesse apoiar, aconselhar ou ponderar as decisões estratégicas da empresa, em casos pontuais poderá ter sido algo menos positivo, pois determinadas decisões poderiam ter sido outras ou erros poderiam ter sido evitados.

Recordo-me por exemplo, da falência da Monarch Airlines... Em 2017, pós BTL fechei acordo de parceria para a Monarch colocar no seu site os alugueres de malas da Bag4days, a qual exigiu um investimento financeiro para efetuar alterações a nível técnico ao módulo de alugueres e assim integrar com o website da Monarch. Quando muito do trabalho estava feito, a Monarch de um dia para o outro abre falência. Acabou por ser um investimento fracassado e comprometeu o futuro a curto prazo da Bag4days. Fomos “obrigados” a recorrer à banca para resolver os problemas de tesouraria criados, situação que provavelmente poderia ter sido evitado ou apaziguado, caso tivesse havido partilha de opinião/aconselhamento com um co-founder realmente interessado no futuro da startup.

Aproveitando o facto de ter tocado no assunto banca, sempre que possível, evitem recorrer à banca para financiarem a vossa startup. Isto porque, caso as coisas corram mal, acabarão por ficar com uma responsabilidade pessoal com o banco e todos os meses terão essa responsabilidade de pagar a mensalidade. Sendo startup, sem provas dadas no mercado, o banco não tem confiança e as condições para subscrever um empréstimo acarretam sempre garantias pessoais sobre o fundador (em forma de livrança normalmente).

Tenta solucionar um problema real das pessoas ou empresas. Não avalies o potencial do mercado para a tua ideia na base do “achismo”. Tenta avaliar corretamente a recetividade do mercado ao teu produto/serviço. Testa e re-testa a tua ideia. Lança o produto/serviço em beta-test para que os clientes possam experimentar e para que tu possas avaliar a recetividade. Não esperes ter o produto/serviço na perfeição para só depois o lançar no mercado. Se a recetividade não existir ou for residual, terás investido tempo e dinheiro por algo que não te vai gerar receita. Faz uma definição do Produto Minimamente Viável (MVP). Qual é a versão mais simples possível do teu produto que permite fazer o lançamento? O conceito de Produto Minimamente Viável (MVP) contribui para o desenvolvimento e lançamento de novos produtos por meio de um processo de aprendizagem contínua. A ideia é colocar no mercado uma versão mais básica e simplificada do produto para assim testar a adesão dos consumidores, validar as hipóteses, aprender com erros e acertos e ampliar as funcionalidades do produto gradualmente até chegar ao ponto ótimo do produto/serviço e o mercado seja conquistado.

Caso haja mais que um fundador, coloquem por escrito um acordo de fundadores, salvaguardando a propriedade intelectual (ou outras) para a startup. Não deixem que por exemplo, uma simples linha de código do software desenvolvido seja propriedade de uma pessoa e não da startup. No futuro, se a startup crescer, essa pessoa poderá tornar-se gananciosa.. principalmente se entrar em desacordo com os fundadores/sócios ou até sair da empresa. Pode comprometer todo o futuro da tua startup.

Conselhos para os nossos leitores e futuros empreendedores que pretendem lançar o seu negócio?

A característica mais importante para nos lançarmos numa startup é termos paixão pelo projeto. Ele deverá fazer-nos sentir sempre animado e com brilho nos olhos. Após descobrirmos qual a nossa paixão, deveremos então colocar a mão na massa e dar início aos planos.

Da experiência adquirida ao longo destes anos de empreendedor, realço os seguintes conselhos:

Pesquise bem o teu mercado É essencial entender a concorrência e o mercado na hora nos lançarmos. Faz uma pesquisa profunda para que te possas tornar num verdadeiro especialista no assunto.

Não te desmotive caso o mercado se mostre muito competitivo. Tenta usar isso como uma vantagem. Se os outros conseguem ganhar dinheiro nesse mercado, porque não conseguirás tu também?

Tem um objetivo claro de onde queres chegar. Muitos empreendedores costumam estabelecer novas metas a cada seis meses. No entanto, é sempre importante ter uma meta principal a ser alcançada. Pensa qual é o teu objetivo maior/principal e planeie-a dar “baby steps” a cada dia para chegares lá.

Produz conteúdo interessante o suficiente para que as pessoas queiram partilhar. Procura inspiração nas grandes empresas mas não te esqueças de produzir algo único para tua marca – principalmente se estivermos a falar de um site próprio. As pessoas gostam de sites com conteúdo diferenciador. Cria algo que seja uma referência para o público.

Vai criando uma base de dados de emails dos teus clientes e potenciais clientes e faz email marketing. A lista de mailing é uma das ferramentas mais importantes para um negócio. Após ter o website online, comece a captar os contatos das pessoas que o visitam. Elas podem tornar-se clientes para os teus produtos/serviços.

Cria produtos ou serviços que possam ser facilmente vendidos. Para atingir os objetivos financeiros da tua empresa, é necessário haver algo a ser vendido, a gerar receita. Desenvolve uma relação com o teu público e tenta entender quais são as suas necessidades. Depois, cria algo que resolva os problemas dessas pessoas. Empresas de sucesso baseiam-se no princípio de que oferecem uma solução para as necessidades de seus clientes.

Não comeces amanhã...começa agora! Muitas pessoas perdem muito tempo a pensar na melhor forma de começarem a fazer as coisas, de forma a ser perfeito. É um erro perder tempo tentar planear tudo de forma excessiva. No fim, as coisas nunca acabam por correr como planeado, então, porque planear tudo ao pormenor? A evolução e a experiência vão surgindo aos poucos.

Cria algo tangível para a maioria das pessoas e assim conseguirás ter marketing "boca a boca#. Esse é o melhor marketing.

Não te apaixones pelas tuas ideias. Se perceberes que a tua ideia não funciona, muda as agulhas, faz alterações ao teu modelo de negócio ou reconverte mesmo a tua ideia. Não tenhas medo de assumir que estavas errado e que deverás mudar o teu negócio, produto/serviço. Erro é ficar agarrado a uma ideia que não funciona acabando por comprometer o futuro da startup e muitas vezes o próprio futuro do fundador.

Fale com os clientes, descobre porque optaram pelos teus produtos/serviços em prol de outros que existem no mercado. Aprende com os teus clientes e não dentro do teu escritório ou sala de coworking.

Aprende a conviver com o erro e com o risco de falhar. Faz um plano pormenorizado dos gastos. Verifica se tens suporte financeiro para dar esse passo. Mostra esse plano a 2 ou 3 amigos que possam ser críticos desse plano. Faz deles o “advogado do diabo”.  Pergunta: “Se eu perder tudo, como vou ficar?” É importante pensar que podes não ter sucesso e deves saber trabalhar com essa possibilidade.

Que plataforma web e ferramentas de marketing digital são usadas para o teu negócio?

  • Weebly (início do website). Atualmente: Drupal.
  • Photoshop
  • Bitly
  • Mailchimp
  • Redes Sociais: Facebook, Instagram, LinkedIn

Recomendas algum(s) livro(s) ou outra fonte de inspiração que mais te tenha influenciado?

Costumo comentar que as melhores oportunidades e inspirações vieram dos livros. Um bom livro abre as portas da mente e com ele consigo imergir nos pensamentos de uma forma diferente. Agradeço aos livros algumas das ideias que já tive bem como decisões que tomei.

Costumo comentar que as melhores oportunidades e inspirações vieram dos livros. Um bom livro abre as portas da mente e com ele consigo imergir nos pensamentos de uma forma diferente. Agradeço aos livros algumas das ideias que já tive bem como decisões que tomei.

Onde podemos saber mais sobre a tua empresa?

Mais informações podem ser encontradas em:

www.bag4days.com;

Facebook,  Instagram, LinkedIn: @bag4days

 E várias publicações dos media, facilmente acessíveis via pesquisa google.

Neste momento estamos em fase de procura de um freelancer na área de marketing/gestão redes sociais/produtor de conteúdos, por forma a promover e agilizar a marca Bag4days (email: [email protected]).

Fundador Bag4Days

Olá, sou o José, o fundador do PerfilEmpreendedor. Aqui entrevistamos empresários e líderes de sucesso e partilhamos as suas histórias.

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